sexta-feira, 14 de abril de 2017
SEMANA SANTA: EL MIEDO AL EVANGELIO
quinta-feira, 13 de abril de 2017
Semana Santa: El miedo al Evangelio
J.M. Castillo*
Una de las cosas que quedan más claras, en los relatos de la pasión del Señor, que la Iglesia nos recuerda en estos días de Semana Santa, es el miedo que da el Evangelio. Sí, la vida de Jesús nos da miedo. Porque, a fin de cuentas, lo que no admite duda alguna es que aquella forma de vivir – si es que los evangelios son el verdadero recuerdo de lo que allí pasó – llevó a Jesús a terminar sus días teniendo que aceptar el destino más repugnante que una sociedad puede adjudicar: el destino de un delincuente ejecutado (G. Theissen).
La muerte de Jesús no fue un “sacrificio religioso”. Es más, se puede asegurar que la muerte de Jesús, tal como la relatan los evangelios, fue lo más opuesto que, en aquella cultura, se podía entender como un sacrificio sagrado. Todo sacrificio religioso, en aquel tiempo, debía cumplir dos condiciones: se tenía que realizar en el templo (en lo sagrado) y se tenía que hacer cumpliendo las normas de un ritual religioso. Ninguna de estas dos condiciones se dio en la muerte de Jesús.
Más aún, Jesús fue crucificado, no entre dos “ladrones”, sino entre dos “lestaí”, una palabra griega de la que sabemos que se utilizaba para designar, no sólo a los “bandidos” (Mc 11, 17 par; Jn 28, 40), sino además a los “rebeldes políticos” (Mc 15, 27 par), como advierte F. Josefo (H. W. Kuhn; X. Alegre). Por eso se comprende que, en su hora final y decisiva, Jesús se vio traicionado y abandonado por todos: el pueblo, los discípulos, los apóstoles… Aquello, de religioso, tuvo los sentimientos del propio Jesús. Y sabemos que su sentimiento más fuerte fue la conciencia de verse abandonado incluso por Dios (Mt 27, 46; Mc 15, 34). La vida de Jesús aconteció de forma que acabó así: solo, desamparado, abandonado.
¿Qué nos viene a decir todo esto? La Semana Santa nos viene a decir, en los textos bíblicos que leemos estos días, que Jesús vino a poner en cuestión la realidad en que vivimos. La realidad violenta, cruel, en la que se impone “la ley del más fuerte” frente a “la ley de todos los débiles”.
Sabemos que Pablo de Tarso interpretó el relato mítico del pecado de Adán como origen y explicación de la muerte de Jesús, para redimirnos de nuestros pecados (Rom 5, 12-14; 2 Cor 12-14). Es la interpretación de la que echan mano los predicadores, que centran nuestra atención en la salvación del cielo. Eso es bueno. Pero tiene el peligro de desviar esa atención nuestra de la trágica realidad que estamos viviendo. La realidad de la violencia que sufren los “nadies”, la corrupción de los que mandan y, sobre todo, el silencio de quienes saben estas cosas y se las callan para no perder su poder, sus dignidades y sus privilegios.
La belleza, el fervor, la devoción de nuestras liturgias sagradas y de nuestras cofradías nos recuerda la pasión del Señor. Pero, ¿nos pone en cuestión la durísima realidad que están viviendo tantos millones de seres humanos? ¿Nos recuerda la vida que llevó a Jesús a su fracaso final? ¿O nos distrae con devociones, estéticas y tradiciones que utilizan la “memoria passionis”, el “recuerdo peligroso” de Jesús, para pasarlo bien con buena conciencia?
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* Pe. Jesuíta. Escritor. Teólogo espanhol.
Fonte: http://blogs.periodistadigital.com/teologia-sin-censura.php 09/04/2017
RAPAZ ARRISCA A PRÓPRIA LIBERDADE E SALVA FILHOTE DE URSO
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Posted: 13 Apr 2017 05:22 AM PDT
O fotógrafo Corey Hancock fazia uma trilha no Oregon, nos Estados Unidos, quando se deparou como uma situação que nunca havia imaginado.
Ao longe, ele viu algo caído na grama e, ao se aproximar para verificar, percebeu que era um filhote de urso à beira da morte.
![]() Em seu perfil no Facebook, Corey descreveu a cena comovente:
“O ursinho estava deitado de costas e parecia morto. Seus lábios estavam roxos e, apesar de ter os olhos abertos, o olhar do animal estava parado.”
A chuva, que não dava trégua, ensopava a barriguinha do filhote e, neste momento, o fotógrafo percebeu que o animal ainda estava respirando.
Tocado pela cena, Corey afirmou que seu primeiro pensamento foi o filho pequeno em casa:
“Pensei no meu bebê em casa. O urso parecia tanto com uma criança. Eu ia ficar lá parado e vê-lo morrer na chuva? Não… Eu precisava fazer algo.”
Sem pensar duas vezes, Corey pegou o filhote e correu para o carro, enquanto pensava que uma mamãe ursa bem raivosa surgiria atrás do carro de repente.
![]() O ursinho parou de respirar e o fotógrafo fez respiração boca a boca até que ele voltasse.
Imediatamente, ele dirigiu até o veterinário mais próximo.
Agora, o ursinho está cada dia mais forte e está sendo tratado por desidratação severa e fome aguda.
[Risco de] Multa e prisão
A história desse herói poderia ter tido um final muito diferente.
De acordo com o departamento de Pesca e Fauna do Oregon, Corey poderia ter sido multado em US$ 6 mil por ter ajudado o filhote.
Pior ainda, ele poderia ter ido para a cadeia por um ano. [* Meu comentário: talvez por ter retirado do parque o animalzinho, precisaríamos conhecer "in totum" a lei].
![]()
Por sorte, o fotógrafo não sofreu nenhuma punição e ainda ganhou um amigo.
Por um mundo com mais Coreys![* Também é minha convicta opinião]
Se você também se comoveu com essa história, compartilhe.
Fonte: boredpanda.com
O post Rapaz arrisca a própria liberdade para salvar um filhote de urso apareceu primeiro em Awebic.
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terça-feira, 11 de abril de 2017
SEM DEIXAR DE TE AMAR
SEM DEIXAR DE TE AMAR
Sem um caminho não há ida,
Sem a
verdade não há saber,
Sem a alma
não há vida,
Sem ti não há viver!
Se amar
é morrer-se lentamente...
Disto estou
certo e vou acreditar;
Ninguém
fica vivo para semente,
Morro velho;
sem deixar de te amar!
segunda-feira, 10 de abril de 2017
GOSTARIA...
GOSTARIA...
Gostaria de poder fazer feliz
a roda dos infelizes
para poder contaminá-los gravemente
com meu sorriso.
Gostaria de poder louvar aos brados
minha liberdade em meio
aos agrilhoados...
Não só aos que estão em ferros
mas os que se ferem
quando lhes sangra o espírito.
Gostaria de poder acreditar mais...
De poder fazer mais...
De que a nação fizesse mais
e tirasse menos dos que tem menos.
Gostaria que as pessoas
Sobretudo as faustosas
e as que detêm o mando
sentissem o que as outras sentem.
Que as pessoas se lembrassem
de cumprimentar seus iguais,
seus vizinhos, como antigamente;
seria um passo em direção ao afeto...
Talvez um aperto de mão,
um cumprimento, um abraço,
uma aproximação!
Gostaria de poder ver isso sinceramente.
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